domingo, 24 de outubro de 2010

Canto!

Você me pede para que eu cante. Eu canto. 
Um sopro de voz aos poucos vai ganhando ritmo.
E nada perde o encanto.
Meu som se mistura ao seu riso rouco, que tanto estimo.


E tudo se transforma!
O dia em noite e a noite em dia.
Só percebe quem ama.
O barulho em melodia e as conversas vagas em poesia.

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